GEÓGRAFA BERTHA BECKER É HOMENAGEADA EM SIMPÓSIO SOBRE A AMAZÔNIA NO BNDES

Foto:Luiz Morier

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Ascom SEA
por Sandra Hoffmann

 

Secretário do Ambiente elogia contribuição da pesquisadora para a elaboração do Zoneamento Ecológico-Econômico do Estado do Rio de Janeiro

 

Ao participar hoje (16/01) da cerimônia de abertura do I Simpósio sobre o Desenvolvimento da Amazônia, no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), no Centro do Rio, o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, destacou a importância da contribuição da geógrafa Bertha Becker – uma das grandes intelectuais brasileiras – para a preservação desse importante bioma.

Organizado pelo Museu Paraense Emilio Goeldi (MPEG), com apoio do BNDES, o simpósio tratou da contribuição de Bertha Becker, professora emérita da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), para o desenvolvimento da Amazônia. Ao resgatar as ideias inovadoras de Becker, o evento teve por objetivo contribuir para a formulação de novas políticas públicas para a Amazônia.

Ao destacar que Bertha Becker é uma das mais renomadas geógrafas do país e a que mais conhece a Amazônia, o secretário Carlos Minc disse que ela coordenou o Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) da Amazônia e auxiliou na elaboração do ZEE do Estado do Rio de Janeiro.
O Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) é instrumento estratégico de planejamento regional e gestão territorial, envolvendo estudos sobre o meio ambiente, os recursos naturais e as relações entre a sociedade e a natureza. Esses estudos servem como subsídio para negociações democráticas entre os órgãos governamentais, o setor privado e a sociedade civil sobre um conjunto de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sustentável.

“Esta renomada geógrafa, a quem tanto admiro, também nos ajudou a elaborar um mapa para acabar com os lixões. Por isso é que estamos aqui prestando homenagem a essa grande estudiosa que tanto contribuiu para diminuir o desmatamento da Amazônia e também nos ajudou a organizar e a planejar as ações do Pacto pelo Saneamento no Rio de Janeiro”, disse Minc.
Durante o simpósio, Bertha Becker defendeu a ideia de produzir para conservar, destacando que as cidades têm um papel fundamental nesse contexto. “Produzir para conservar é um novo paradigma científico-tecnólogico. Esse novo paradigma precisa de uma logística oferecida pelas cidades, porque são elas que produzem os serviços básicos para o cidadão”, disse Becker.
A pesquisadora percorreu estados da Amazônia e testemunhou a ocupação e o desmatamento dessa floresta que abriga 20% de toda a água doce do planeta, ocupa 5% da área do globo terrestre e guarda 30% das florestas tropicais ainda preservadas no planeta.

 

Foto:Luiz Morier

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