SECRETARIA DO AMBIENTE E PREFEITURA FECHAM LIXÃO DE MARICÁ

O  vereador, Hélter Ferreira, o secretário municipal de Meio Ambiente de Maricá, Alessandro Terra,  o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc,  o prefeito de Maricá, Washington Quaquá, e o coordenador da Cicca, Cel. José Maurício Padrone participam do fechamento do lixão do Caxito.Foto: Luiz Morier

O vereador, Hélter Ferreira, o secretário municipal de Meio Ambiente de Maricá, Alessandro Terra, o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, o prefeito de Maricá, Washington Quaquá, e o coordenador da Cicca, Cel. José Maurício Padrone participam do fechamento do lixão do Caxito.
Foto: Luiz Morier

Ascom Inea

por Solange Varejão

Aterro sanitário de Itaboraí vai receber agora as 120 toneladas de resíduos diários da região

Em uma ação conjunta dos governos estadual e municipal, o lixão do Caxito, em Maricá, na Região dos Lagos, foi fechado hoje (14/03) após 13 anos de operação, em atividade promovida pela Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes Ambientais (Cicca), da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e pela Prefeitura de Maricá.

O fechamento do lixão de Maricá, que recebia 120 toneladas de resíduos por dia, faz parte da política da SEA de erradicar até 2014 todos os lixões municipais ainda existentes no estado. De 2007 até agora, já foram fechados 49, restando 27 em atividade.

Para ajudar os municípios a erradicar seus lixões, a SEA dispõe do programa Compra de Lixo Tratado, que repassa a cidades recursos de R$ 20 por cada tonelada de resíduos sólidos urbanos que passa a ser destinada a aterros sanitários licenciados. No caso de Maricá, todo o lixo agora será levado para o Centro de Tratamento de Resíduos (CTRs) de Itaboraí a um custo de R$ 50 a tonelada.

O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, que acompanhou a operação, destacou que a ajuda de R$ 20 para a reciclagem de lixo não é uma medida paternalista porque o Município de Maricá terá que dar uma contrapartida ambiental: aumentar a cada ano o percentual de coleta seletiva na cidade.

“Estamos dando apoio, mas o município tem que dar a contrapartida. Se não aumentar a coleta seletiva no primeiro ano, perde o subsídio no ano seguinte. Acredito que isso não vai acontecer porque a Prefeitura de Maricá está tomando uma série de medidas”, disse Minc.

O secretário ressaltou ainda a importância da recuperação da área do lixão de Maricá e do incentivo à coleta seletiva: “Diminui a quantidade de resíduos destinada para Itaboraí, gerando economia para o município e também renda para os catadores”.

O prefeito de Maricá, Washington Quaquá, que também esteve presente no ato de fechamento do local, disse que o fechamento do lixão do Caxito representa o início da liquidação de um passivo ambiental. Quaqua destacou ainda outras iniciativas empreendidas no município:

“Estamos com um conjunto de ações para que possamos chegar a ter 100% de água tratada e 70% de esgoto no município”, ressaltou Quaquá.

O secretário municipal de Ambiente de Maricá, Alessandro Terra, informou que agora um dos desafios de sua secretaria será o de recuperar a área em que era localizado o lixão. Segundo ele, todos os esforços estão concentrados na execução de um Plano de Controle e Remediação do Solo, em parceria com o Instituto Estadual do Ambiente (Inea). Terra disse ainda que a prefeitura pretende transformar a área em um grande parque dedicado a esportes radicais.

Foto: Luiz Morier

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