GOVERNO PROMOVE CONFERÊNCIA ESTADUAL DE JUVENTUDE E MEIO AMBIENTE

Participantes debateram temas como educação ambiental, geração de empregos, produção e consumo sustentáveis

Ascom SEA

» Rodrigo Burgos

Foto: Luiz Morier

Foto: Luiz Morier

Com o apoio da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), a Secretaria de Estado de Assistência Social promoveu, nesta quinta-feira (4/7), a 1ª Conferência Estadual de Juventude e Meio Ambiente do Rio de Janeiro, tendo como tema básico de discussões “Produção e Consumo Sustentáveis, Impactos Ambientais, Geração de Emprego, Trabalho e Renda e Educação Ambiental”.

Participaram da mesa de abertura, entre outros, o chefe de gabinete da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, Pedro Prata, o superintendente estadual de Políticas Públicas para a Juventude, Tiago Santana, a superintendente de Educação Ambiental da SEA, Lara Moutinho, o oficial do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU/Habitat), Juliano Diniz, e o vice-presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), Ricardo Salles.

Cerca de cem pessoas participaram da conferência, no auditório da ACRJ, no Centro do Rio, que teve como parceiros o Conselho Estadual da Juventude, a ACRJ e seu Conselho Empresarial de Jovens Empreendedores.

A superintendente de Educação Ambiental da SEA, Lara Moutinho, falou sobre educação ambiental, licenciamento ambiental e a importância da educação ambiental para a participação social na gestão do Ambiente.

Ao defender uma maior ocupação dos espaços legais de tomada de decisão da gestão ambiental pela sociedade civil organizada, Lara analisou a relação dos modelos atuais de sociedade e de produção com a degradação ambiental e a desigualdade social.

A superintendente da SEA defendeu um maior engajamento da juventude nas pautas e lutas ambientais, enfatizando que os jovens têm o desafio de apoiar a formação de uma nova cultura ambiental baseada no protagonismo juvenil, voltado para a cidadania e para a participação –  politizada e qualificada – na gestão ambiental.

“Os Conselhos Municipais de Meio Ambiente, Comitês de Bacia Hidrográfica, Conselhos gestores de unidades de conservação, etc… são espaços legalmente instituídos de participação social na tomada de decisão que a juventude pode e deve ocupar. O acompanhamento das restrições ambientais das licenças emitidas, o monitoramento da qualidade ambiental do ar, da água e a aplicação de recursos públicos são alguns exemplos de ações que a juventude pode e deve realizar”, disse Lara.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s