Eternit/RJ é condenada a substituir amianto e a pagar R$ 30 milhões a trabalhadores contaminados

Decisão da Justiça do Trabalho tomou como base lei do deputado Carlos Minc que proíbe uso de substância cancerígena em fábricas e comércio

Com base na Lei 3579/2001, de autoria do deputado estadual Carlos Minc (sem partido), a Eternit/RJ foi condenada a substituir – no prazo máximo de 18 meses –  o amianto/asbesto de sua linha de produção e a pagar R$ 30 milhões aos trabalhadores contaminados com asbestose e mesotelioma, doenças mortais que já vitimaram 30 mil trabalhadores no Brasil.

“Vitória. A decisão da Justiça do Trabalho, do juiz Munif Saliba Achoche, é definitiva. Nossa amiga e parceira Fernanda Giannasi, da Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto, acompanhou o passo a passo. Viva a Saúde do Trabalhador e as Tecnologias Limpas”, comemorou Minc.

O amianto causa asbestose e câncer em trabalhadores, já tendo sido banido em 69 países, segundo a Abrea (Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto). A lei de Minc determina a substituição do amianto – usado na produção de telhas e caixas d´água, entre outros produtos – nas fábricas o no comércio.

Veja a íntegra da decisão do juiz Munif Saliba em http://bit.ly/2nSANsq

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